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terça-feira, 14 de agosto de 2012


OGX amarga prejuízo de R$ 398,6 milhões no 2º trimestre

Companhia termina primeiro semestre com resultado líquido negativo em R$ 543 milhões, afetado principalmente pelo câmbio e poços secos

OGX 04 - Primeiro poço produtor
SÃO PAULO - A OGX (OGXP3) terminou o segundo trimestre com um prejuízo líquido de R$ 398,6 milhões, frente a um saldo negativo de R$ 112,2 milhões no mesmo período do ano passado.  Também ficou negativo o Ebitda (Lucro antes de impostos, taxas, depreciação e amortização) em R$ 109,1 milhões entre os meses de abril e junho deste ano, sendo que no mesmo período do ano passado foi de R$ 107,5 milhões. 
Já no primeiro semestre, o resultado líquido ficou negativo em R$ 543 milhões, afetado principalmente pela variação do câmbio e efeito dos poços secos ou subcomerciais. 
Segundo o CEO (Chief Executive Officer) da companhia, Luiz Carneiro, "os projetos dentro do Grupo EBX estão ajudando a desenvolver uma plataforma de crescimento sólida e sustentável". Em julho, a companhia entregou a carga adicional de 800 mil barris de óleo à Shell, totalizando a entrega de 1,6 milhão de barris no ano, adicionou o executivo.

Mercado reage com "eu já sabia" ao resultado da Hypermarcas

Ações já tinham disparado antes da publicação dos resultados do segundo trimestre

Beatriz Souza - EXAME.com
 
São Paulo - A Hypermarcas (HYPE3) ocupa a posição de maior alta da bolsa nesta sessão após a divulgação de seus resultados do segundo trimestre na sexta-feira. Na máxima do dia, os papéis chegaram a subir 4,35%, negociados a 14,37 reais. O mercado reage com otimismo ao anúncio de melhores margens e geração de caixa acima das expectativas, mesmo após a disparada das ações no ano.
A geração de caixa de 237 milhões de reais foi o destaque do trimestre, impulsionada pelo desempenho operacional - margem Ebitda de 23,5% - e melhoria no ciclo de caixa. Para o analista da corretora Fator, Iago Whately, após a euforia das aquisições (até 2010) e a tristeza da desalavancagem (2011), a Hypermarcas entrou em fase de crescimento sustentável.
"A empresa volta gradualmente a fazer o que foi responsável por seu sucesso inicial: lançamentos, renovações e extensões de linha de produtos, suportados por forte investimento em marketing", explica Iago.
A Unidade de Negócio Farma foi bem sucedida, com crescimento de 20,9% em relação ao mesmo período de 2011. O bom resultado foi impulsionado pelo desempenho dos genéricos e também pelos fortes níveis de vendas obtidas nos medicamentos não controlados, consequência dos esforços de publicidade.
Segundo a empresa, 60% deste crescimento se deve ao preço, visto que aliado ao aumento da demanda (23% superior ao 2º trimestre de 2011), houve uma redução nos descontos para clientes.
Já a divisão de Consumo obteve um tímido crescimento de 0,8%, mesmo com forte aumento de preços em descartáveis. Iago Whately acredita que para os próximos trimestres, a divisão terá um desempenho melhor em função da retomada gradual de lançamento de produtos, renovação de marcas e ações de publicidade.
"Eu já sabia"
O resultado financeiro líquido aponta uma perda líquida de 29,9 milhões de reais (impacto de 1461 milhões de reais da variação cambial), um pouco melhor do que a estimativa da Itaú BBA de prejuízo de 34,3 milhões de reais. Ainda assim, a analista da corretora, Juliana Rozenbaum, acredita que os resultados modestamente melhores "não são suficientes para alterar a nossa opinião de que as ações são caras, com um cenário excessivamente otimista de expansão do faturamento e retornos melhores já precificados", diz. No ano, os ativos da Hypermarcas dispararam 65%,
O banco americano JP Morgan reforça a opinião de que a alta das ações da empresa já havia sido antecipada pelo mercado - aposta confirmada agora pelos resultados apresentados.
Embora os resultados tenham sido bons, o banco vê um espaço limitado para maiores altas no preço das ações e mantém sua posição neutra. Nas estimativas do banco, as ações são negociados a 21 vezes o lucro por ação estimado para 2013. "Mesmo assumindo um risco de alta nas nossas estimativas, nós continuamos vendo um espaço limitado", afirma o analista Felipe Oliveira. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ibovespa recua 0,27% com preocupação sobre economia global

O Ibovespa caiu 0,27 por cento, a 59.122 pontos, após gravitar entre baixa de 1,14 por cento e alta de 0,44 por cento

REUTERS Business
  
São Paulo - A Bovespa encerrou os negócios em queda nesta segunda-feira, num leve ajuste após três semanas consecutivas de alta, com os mercados adotando postura mais cautelosa diante da preocupação com o ritmo de crescimento da economia global.
O Ibovespa caiu 0,27 por cento, a 59.122 pontos, após gravitar entre baixa de 1,14 por cento e alta de 0,44 por cento. O giro financeiro da Bovespa foi de 5,23 bilhões de reais, abaixo da média de 6,38 bilhões de reais em agosto.
"Foi um dia morno. Depois dos ganhos recentes, parece que o mercado parou um pouco para pensar se essa alta tem fundamento", disse o analista William Alves, da XP Investimentos no Rio de Janeiro.
O principal índice acionário da Bovespa acumulou valorização de quase 13 por cento nos últimos treze pregões, amparado na expectativa de novas medidas contra a crise na zona do euro.
"Mas faltam indicadores para justificar a continuidade dessa alta. Na ausência de notícia relevante, o mercado acaba ficando um pouco sem rumo", acrescentou Alves.
Em uma sessão sem muitos indicadores de peso, a preocupação com o ritmo de atividade global voltou à tona diante do fraco crescimento econômico do Japão no segundo semestre --apenas metade do esperado.
Na bolsa de Nova York, o índice Dow Jones recuou 0,29 por cento. Mais cedo, o principal índice europeu de ações fechou em baixa de 0,44 por cento.
Por aqui, o mercado operou de olho na etapa final da temporada de balanço do segundo trimestre. Dentre as principais influências de baixa, Banco do Brasil, que divulga seu resultado na terça-feira, caiu 3,1 por cento, a 23,43 reais.
PDG Realty, que reporta seu balanço ainda nesta segunda-feira, teve queda de 2,6 por cento, a 3,37 reais.
Em sentido oposto, Marfrig amorteceu a pressão no índice, com alta de 6,57 por cento, a 10,55 reais. A empresa frigorífica também divulga seu resultado nesta segunda-feira.
Hypermarcas subiu 2,76 por cento, a 14,15 reais. O mercado gostou do resultado da companhia do segmento de bens de consumo, que reportou prejuízo menor que o esperado e crescimento de Ebitda no segundo trimestre.
Dentre as blue chips, a preferencial da Petrobras teve leve queda de 0,19 por cento, a 21,03 reais, e a da Vale fechou estável, a 37,66 reais. OGX teve alta de 0,81 por cento, a 6,25 reais.
Para esta semana, investidores aguardam uma série de indicadores relevantes no exterior, como o PIB da zona do euro na terça-feira e diversos dados de atividade nos Estados Unidos.
"São indicadores que devem sinalizar as condições da economia mundial e dar um rumo para as bolsas", afirmou Alves. No Brasil, a etapa final da temporada de balanços e o vencimento de opções sobre Ibovespa podem trazer volatilidade aos negócios.

domingo, 12 de agosto de 2012


As 10 ações que mais subiram e caíram nesta semana

Gafisa dispara com resultados melhores e Usiminas cai

 
São Paulo - Apoiada pela recuperação da Petrobras, a bolsa brasileira conseguiu emplacar uma alta de 3,5% na semana. Os investidores também começaram a precificar um possível reajuste nos preços dos combustíveis, o que poderia ajudar a estatal após a companhia apresentar um prejuízo no segundo trimestre.
"Corroborou para a valorização da bolsa brasileira nessa semana, na contramão das principais bolsas internacionais que mantiveram postura de maior cautela, uma provável entrada de investidores estrangeiros, com maior intensidade, haja vista os volumes diários de negociação das ações da própria Petrobras", ressalta o estrategista José Francisco Cataldo Ferreira, em relatório.
Gafisa
As ações da Gafisa (GFSA3) dispararam nesta semana com a expectativa pelos resultados do segundo trimestre e após a publicação do balanço. Para a surpresa dos analistas, o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegou a 149 milhões de reais, bem a frente da expectativa consensual de 97 milhões de reais. Os números incentivaram uma forte disparada das ações na bolsa, que chegou a quase 16% apenas nesta sexta-feira.
CódigoEmpresa/TipoPreço (R$)Variação (%)
GFSA3Gafisa ON3,5919,67
GOLL4GOL PN10,768,58
PETR3Petrobras ON22,016,33
MRFG3Marfrig ON9,96,22
HGTX3Hering ON43,766,08
ELPL4AES Eletropaulo PN19,055,77
PETR4Petrobras PN21,075,77
LLXL3LLX ON3,134,68
EMBR3Embraer ON13,253,76
ELET3Eletrobras ON15,23,68
O bom resultado é consequência da contribuição positiva da Tenda, que vinha dando prejuízos. A margem bruta teve um bom incremento também, de 27%, dado ao aumento na participação da Gafisa e de Alphaville na receita. Além disso, a empresa obteve uma geração de caixa operacional positiva de 231 milhões de reais no trimestre.
Usiminas
As ações da siderúrgica Usiminas (USIM5) caíram 5,87% nos últimos cinco dias após a alta de 12,7% da semana passada. Apesar de ter divulgado um prejuízo de 86,5 milhões de reais no segundo trimestre, ante um lucro líquido de 157 milhões de reais no ano passado, os papéis subiram. A percepção do mercado melhorou em relação à administração da empresa após a entrada da Ternium no bloco de controle.
CódigoEmpresa/TipoPreço (R$)Variação (%)
USIM5Usiminas PNA8,02-5,87
MMXM3MMX ON6,15-4,95
BISA3Brookfield ON3,4-4,23
UGPA3Ultrapar ON46,32-4,1
BTOW3B2W ON7,38-3,66
CSNA3CSN ON10,85-3,3
RENT3Localiza ON34-3,27
USIM3Usiminas ON9-3,23
RSID3Rossi ON5,5-3,17
HYPE3Hypermarcas ON13,77-3,03

sábado, 11 de agosto de 2012

CDB X Poupança


Com rentabilidades muito baixas e/ou taxas de administração muito altas, poucos produtos oferecidos pelos grandes bancos compensam o investimento.
Entretanto o objetivo deste artigo não é discutir a qualidade dos produtos bancários, até porque já tratei desse tema no artigo “Por que tantos investidores gostam de perder dinheiro?“.
Dois produtos que fogem um pouco a essa regra são o CDB e a poupança. Não que a rentabilidade seja “lá essas coisas”, mas o primeiro não tem taxa de administração e a segunda é isenta do imposto de renda.
Daí fica a pergunta sobre qual a melhor opção de investimento: CDB ou poupança?

 

Caderneta de poupança

Caso você queira saber um pouco mais sobre essa modalidade de investimento, antes de entrar nos cálculos sobre qual a melhor opção, recomendo a leitura dessa página: Poupança.
Para quem não sabe, a rentabilidade da poupança é igual em todos os bancos. E essa rentabilidade também é de conhecimento geral: 6,17% a.a. + TR. Atualmente a rentabilidade fica em torno de 6,70% a.a.
Apesar da baixa rentabilidade, a poupança conta com duas vantagens: isenção do imposto de renda e liquidez imediata. Além de não haver incidência do IR sobre o rendimento, o investidor pode resgatar seu dinheiro a qualquer momento.

 

CDB

Também não vou explicar neste artigo o que é CDB, pois já o fiz em outro artigo. Entretanto, caso você queira saber muito mais sobre esse investimento, visite esse link: CDB.
Em relação à rentabilidade, esta depende de alguns fatores. Apesar de existirem CDBs com rentabilidade prefixada (definida no momento da compra), os CDBs mais procurados pelos investidores possuem rentabilidade pós-fixada (ex: 95% do CDI).
Para entender a rentabilidade do CDB, recomendo a leitura do artigo “O que é CDI?“.
Uma grande vantagem do CDB, em relação a fundos de investimento, é que não há cobrança de taxa de administração. No entanto o CDB sofre incidência do imposto de renda.
Quanto mais tempo o dinheiro permanecer aplicado no CDB, menor a incidência do imposto de renda e maior o percentual do CDI oferecido pelo banco.

 

CDB ou Poupança: Qual devo escolher?

A resposta é depende. Isso porque a rentabilidade do CDB depende de vários fatores, tais como o percentual do CDI, a variação do CDI e a alíquota do imposto de renda.
Considerando que a variação do CDI é muito próxima à variação média da Selic, espera-se portanto que o CDI em 2012 fique em 9,28%, de acordo com o relatório Focus publicado em 05/04/2012.
Se o valor da aplicação for muito baixo (até R$ 1.000), é provável que seu banco não ofereça mais que 90% do CDI. Sendo assim, a rentabilidade em 12 meses seria: 9,28 x 90% = 8,35% a.a.

 

Exemplo 1: Resgate anterior a 180 dias

Caso você aplicasse o dinheiro no CDB, mas precisasse resgatá-lo em menos de 6 meses (180 dias), a rentabilidade sofreria incidência da maior alíquota do IR: 22,5%. Após descontar o imposto de renda, a rentabilidade líquida seria: 8,35 * (1 – 0,225) = 6,47% a.a.
Resumindo: Entre investir num CDB que rende 90% do CDI e tenha que resgatar o dinheiro em menos de 6 meses, ou investir na poupança, é melhor a segunda opção, pois 6,70% a.a. é maior que 6,47% a.a.

 

Exemplo 2: Resgate após 360 dias

No caso do resgate após um ano (mas antes de completar 2 anos), a alíquota do IR seria de 17,5%. Nesse caso, a rentabilidade líquida do CDB seria: 8,35 * (1 – 0,175) = 6,89% a.a.
Resumindo: Entre investir num CDB que rende 90% do CDI e só precise resgatar o dinheiro após 12 meses, ou investir na poupança, é melhor a primeira opção, pois 6,70% a.a. é menor que 6,89% a.a.

 

Conclusão

O ideal é sempre comparar a rentabilidade líquida antes de tomar qualquer decisão de investimento. Entretanto quanto maior o prazo que o dinheiro permanecerá investido, maior a chance do CDB ser a melhor opção, por conta do menor imposto de renda.
Além disso, alguns bancos de grande porte já oferecem uma espécie de CDB progressivo: quanto mais tempo o dinheiro permanecer aplicado (sem resgates), maior será o percentual do CDI. Dou vários exemplos no artigo “Melhores CDBs dos grandes bancos“.
Dessa forma, mesmo com uma aplicação inicial razoavelmente baixa (a partir de R$ 1.000,00), ainda assim é possível conseguir uma boa rentabilidade, bastando deixar o montante investido por mais de 2 anos.
Poderia dar outros exemplos ou fazer novas simulações, mas não quero alongar demais o texto. Até porque acredito os casos citados, aliado à conclusão, já sejam suficientes para ajudá-lo(a) a tomar uma decisão

sexta-feira, 10 de agosto de 2012


Ibovespa amplia ritmo de queda pressionado por China

Bolsa está sob influência dos dados mais fracos de exportação na China, e com as ações de Vale e Petrobras com quedas de cerca de 1%

 
São Paulo - A Bovespa ampliou o ritmo de queda nesta sexta-feira, sob influência dos dados mais fracos de exportação na China, e com as ações de Vale e Petrobras com quedas de cerca de 1 por cento.
Às 10h46, o Ibovespa caía 1,04 por cento, a 58.186 pontos

10 notícias para lidar com os mercados nesta sexta-feira

Lucro do BTG Pactual dobra no 2º tri para R$822 milhões; preços de cereais mantém trajetória de alta em Chicago

 
São Paulo ? Aqui está o que você precisa saber. 
1- Gafisa reverte prejuízo com lucro de R$ 1 mi no 2º tri. A Gafisa fechou o segundo trimestrecom lucro líquido de 1 milhão de reais, revertendo resultado negativo de 31,8 milhões de reais no mesmo período do ano passado, anunciou a companhia nesta sexta-feira. 
2- Manchester United lança ações por US$ 14 em Wall Street. O Manchester United definiu que lançará suas ações em Wall Street por US$ 14 cada uma nesta sexta-feira, pelo que arrecadará cerca de US$ 232 milhões. O clube inglês, propriedade da família Glazer desde 2005, estreará na Bolsa de Nova York (Nyse) sob o símbolo "MANU", após lançar 16,6 milhões de ações.
3- Lucro do BTG Pactual dobra no 2º tri para R$822 mi. O banco BTG Pactual apresentou nesta quinta-feira lucro líquido de 822 milhões de reais para o segundo trimestre, mais do que dobrando o ganho de 310 milhões de reais obtido um ano antes. O número ficou bem acima da média de cinco estimativas obtidas pela Reuters, que apontava lucro de 586 milhões de reais para a companhia. 
4- Lucro diminui, mas Renner tem receita 14% maior no 2º tri. Driblando a desaceleração generalizada vivida pelo setor de consumo este ano, a Lojas Renner fechou o segundo trimestre com crescimento de 14,2 por cento na receita líquida, mas viu o lucro diminuir principalmente por maiores despesas. A varejista de vestuário teve receita líquida de 955,5 milhões de reais entre abril e junho, enquanto as vendas mesmas lojas --que consideram aquelas em operação há pelo menos 12 meses-- cresceram 3,4 por cento no período.
5- Raia Drogasil lucra R$49,3 mi no tri e reduz previsões. A Raia Drogasil anunciou nesta quinta-feira lucro líquido de 49,3 milhões de reais para o segundo trimestre, após ganho de 44,1 milhões em igual período do ano passado. A companhia também informou nesta quinta-feira que iniciará o processo de incorporação da Raia, além de ter revisado as projeções de aberturas de novas unidades em 2012.
6- Exportações da China desaceleram e crescem só 1% em julho. As exportações da Chinacresceram 1% em julho com relação ao mesmo mês de 2011, contra o índice de 11,3% que fora registrado em junho.
7- Bolsas da Ásia têm queda com dados sobre China. Os principais mercados asiáticosfecharam no campo negativo nesta sexta-feira. Parte das bolsas da região acabou influenciada pelos fracos dados da balança comercial chinesa, que diminuíram as esperanças de uma recuperação econômica da China no terceiro trimestre.
8- Chicago: preços de cereais mantém trajetória de alta. Os preços dos contratos futuros agrícolas mantiveram sua trajetória de alta nesta quinta-feira em Chicago, com o milho alcançando um novo recorde nesta sessão, em um mercado tenso antes da divulgação dessa sexta-feira de dados cruciais sobre a oferta e a demanda mundial.
9- Goldman aumenta sua exposição ao crédito da Espanha. O banco de investimentos Goldman Sachs aumentou sua exposição ao crédito da Espanha no primeiro semestre ao mesmo tempo em que reduziu sua exposição à Grécia, Itália, Portugal e Irlanda, segundo um documento transmitido nesta quinta-feira pelas autoridades acionárias norte-americanas.
10- GOL pode voltar a dar alegrias na bolsa, afirma banco. As ações da GOL (GOLL4) podem voltar a chamar atenção após uma expressiva queda de 16% no ano, aponta o UBS em um relatório. O banco elevou a recomendação aos papéis da companhia aérea de neutra para compra e o preço-alvo de 12,80 reais para 13,90 reais.
Bônus - Bolsa brasileira é mais resistente que economia. A bolsa de valores brasileira tem se mostrado mais resistente do que a economia do país. A BM&FBovespa enfrentou deslistagens e uma escassez de ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) neste ano. É possível que logo surjam bolsas rivais, também. Mas a Bovespa continuará com domínio sobre outros negócios enquanto se expande em setores diferentes.