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segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Vídeo brasileiro sobre o mercado financeiro bomba no YouTube

"Coisas que o mercado fala" traz cenas do cotidiano vividas por investidores

 
São Paulo - É comum que profissionais dos mais distintos setores transfiram para o seu cotidiano expressões e jargões utilizados em seu dia a dia no escritório. É essa a fórmula usada em um vídeo brasileiro que tem bombado no YouTube e que traz cenas do cotidiano vividas por investidores do mercado financeiro.
"Coisas que o mercado fala" é protagonizado por profissionais da XP Investimentos e foi rodado em apenas um dia em Porto Alegre, sede da corretora. Apesar de idealizado por um dos seus diretores, o filme não teve patrocínio da empresa e foi custeado pelos próprios idealizadores. A produção ficou por conta do Estúdio Guava, também da capital gaúcha.
Ideia
A XP tem forte atuação na educação financeira, mas desta vez optou por uma divulgação ao estilo "viral" e evitou o modelo já muito batido baeado em palestras em vídeo para o público investidor. Segundo Tito Gusmão, sócio e responsável pela área de Mercados Futuros da XP, a ideia foi chamar a atenção para o mercado financeiro de uma maneira diferente.
"O fluxo na bolsa diminuiu bastante nos últimos 2 a 3 anos por conta da crise e queremos com o vídeo reacender essa chama para o mercado financeiro. Optamos por deixar a marca de fora até para que outras corretoras possam utilizá-lo", afirma Gusmão, que escreveu o roteiro e também participou como ator na produção.
Ele explica que não foi muito fácil transformar os operadores e analistas em atores. "O pessoal começou tímido. O produtor, então, mostrou as cenas gravadas ao longo do dia para nós e logo depois todo mundo começou a agir como um ator e a gostar da experiência. Estamos doidos para bater 100 mil acessos e fazer um segundo", diz. O vídeo, divulgado na quarta-feira, estava com 11 mil visualizações na sexta-feira.
Confira abaixo "Coisas que o mercado fala".
Essa não foi a primeira tentativa de trazer um pouco mais de humor para os tradicionais vídeos sisudos sobre o mercado. Vale a pena acompanhar "Boi Hollywood", outra iniciativa da XP, e as suas indicações de mercado futuro:

quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Setor elétrico tem novo apagão histórico na bolsa

Medidas do governo que pareciam ruins se provaram muito piores, dizem analistas

São Paulo - Os investidores do setor elétrico, acostumados com a calmaria dos papéis das empresas e os gordos dividendos, estão pasmos com a situação das ações na bolsa nos últimos dias. Desde 31 de agosto, quando os ruídos sobre a revisão das regras para o setortiveram início, o índice de energia elétrica (IEE) recuou 14,6%, enquanto o Ibovespa subiu aproximadamente 4%. Nesta quarta-feira, um dia após a publicação das medidas do governo para reduzir as tarifas ao consumidor final em 20% na média, o setor vive um novo apagão na bolsa (veja a íntegra da MP).
O mercado viu as medidas como um sinal de que a indústria de energia faz parte da política do governo de ajudar aos outros setores da economia. Ou seja, as margens do setor teriam sido sacrificadas para dar suporte ao aumento da competitividade de outros segmentos da economia em relação às empresas estrangeiras. "O anúncio marca uma rápida deterioração no cenário regulatório para o setor" ressaltam Gabriel Salas e Pedro Manfredini, analistas do JP Morgan.
Novidades
A surpresa que afeta o setor nesta quarta-feira é a inclusão das concessões de geração que tem o primeiro vencimento entre julho de 2015 e 2017 no novo pacote de tarifas. A Cemigtem três hidroelétricas (São Simão, Miranda e Jaraguá) expostas à medida e que representam 44% das operações da empresa mineira. A usina Três Irmãos da paulista Cesptambém será afetada pela medida. Elas podem ter as concessões renovadas por 30 anos, mas precisam aceitar as novas tarifas.
"Essa mudança pode trazer desafios para as empresas de geração, pois representa uma quebra dos contratos de concessão", opina Eduardo Gomide, analista do HSBC. O mercado esperava que essas concessões com "primeiro vencimento" fossem prorrogadas automaticamente por 20 anos sem o comprometimento com as novas tarifas. "Acreditamos que o mercado não estava esperando essa mudança, o que aumenta a profundidade e a amplitude das ações do governo sobre a indústria", explicam os analistas do JP Morgan.
"De modo geral, vemos essa intervenção estatal como prejudicial para o setor elétrico, afetando principalmente Transmissão Paulista, Cesp, Eletrobrás e Cemig", destaca Leonardo Milane, estrategista de pessoa física do Santander. As ações despencam nesta sessão.Transmissão Paulista (TRPL4) despencam 30%, Cesp (CESP6) 26%, Eletrobras (ELET3) 6% e Cemig (CMIG4) 21%.
Indenizações
Outro ponto polêmico das novas regras está na indenização calculada às empresas de transmissão que não aceitarem a renovação das concessões sob as novas condições. Enquanto o mercado esperava que todas fossem indenizadas, a MP trouxe novas incertezas para o futuro das companhias, sendo a Transmissão Paulista uma das mais afetadas. Caso não tope o novo cenário tarifário e entregue as concessões em 2015 poderá a partir daí ter o seu tamanho reduzido para apenas 20% do atual.
As novas regras só garantem a indenização para os investimentos das empresas que ainda não foram amortizados para as concessões realizadas após o ano 2000. O problema é que 60% das linhas da Transmissão Paulista são anteriores ao limite estabelecido e, segundo a MP, serão considerados como totalmente amortizados independentemente da vida útil dos equipamentos.
Ou seja, se não aceitar as regras, a empresa entregará os 80% dos ativos cujas concessões vencem em 2015 (sendo que apenas 20% serão indenizados) e o que resta são os 20% que têm vencimento posterior. "Tudo ainda é incerto e ninguém sabe o quanto vai ser a redução para cada empresa. O que a presidente sinalizou é que ela pode mudar as coisas", explica Rodolfo Amtalden, analista da casa independente Empiritucs. Para ele, as regras vieram pior do que se imaginava e quenão  venderia as ações nesse momento de "loucura".
Outras empresas também serão afetadas pelas medidas. A Cemig divulgou em comunicado que, por meio de suas empresas controladas e coligadas, possui, aproximadamente,7 gigawatts de capacidade instalada, 5 mil quilômetros de linhas de transmissão e 490 mil quilômetros de redes de distribuição de energia, que serão afetadas em maior ou menor grau, pelas medidas anunciadas

terça-feira, 11 de setembro de 2012


Bolsas da Ásia têm queda à espera de Alemanha e Fed

Os investidores mostraram cautela, à espera da reunião de política monetária do Federal Reserve, banco central dos EUA

AGÊNCIA ESTADO
 
Tóquio - A maioria dos mercados asiáticos fechou em baixa nesta terça-feira. Os investidores mostraram cautela, à espera da reunião de política monetária do Federal Reserve - Fed, o banco central dos Estados Unidos. Também aguardam a decisão do Tribunal Constitucional alemão sobre a legalidade do Mecanismo de Estabilidade Europeu (ESM, na sigla em inglês).
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que fechou em ligeira alta, com recuperação nos minutos finais do pregão. O Hang Seng subiu 0,2% e terminou aos 19.857,88 pontos.
Já as Bolsas da China sofreram com a realização de lucros, após duas sessões seguidas de rali. O Xangai Composto perdeu 0,7% e encerrou aos 2.120,55 pontos. O Shenzhen Composto caiu 0,4%, aos 896,57 pontos.
Em Taiwan, a Bolsa de Taipé fechou praticamente estável, à espera do anúncio de novas medidas econômicas domésticas e da reunião do FOMC. O índice Taiwan Weighted subiu apenas 0,03%, aos 7.485,13 pontos.
Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou em baixa pela segunda sessão seguida, também na expectativa das importantes reuniões econômicas desta semana. O índice Kospi recuou 0,24%, aos 1.920,00 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney terminou em queda também em razão das reuniões do Fed e do governo da Alemanha, para saber se o país contribuirá com o ESM. O índice S&P/ASX 200 caiu 0,18%, aos 4.325,79 pontos.
Também na Bolsa de Manila, nas Filipinas, os investidores ficaram à espera de novidades sobre a reunião do FOMC. Com isso, o índice PSEi baixou 0,1%, aos 5.186,05 pontos, com moderado volume de negociações. As informações são da Dow Jones.

Selic abaixo de 10% é recompensa pra Tombini por frear corte

A curva dos contratos de juros futuros indica que os investidores esperam que o Brasil mantenha a taxa de juros abaixo de 10% até setembro de 2015

São Paulo - Os investidores estão recompensando a autoridade monetária por sinalizar que ela está pronta a interromper o maior ciclo de redução da taxa básica de juros entre o grupo das 20 maiores nações.
A curva dos contratos de juros futuros indica que os investidores esperam que o Brasil mantenha a taxa de juros abaixo de 10 por cento até setembro de 2015 depois de o Banco Central, presidido por Alexandre Tombini, dizer em 29 de agosto que novos cortes seriam feitos com a "máxima parcimônia". Até 27 de agosto, as apostas eram de que o País iria elevar a taxa Selic para 10 por cento até abril de 2015, da atual mínima histórica de 7,5 por cento, para conter a inflação que acelerou para 5,24 por cento nos 12 meses até agosto, o maior nível em quatro meses, mostram dados levantados pela Bloomberg.
O comunicado da última reunião do Copom e o anúncio da presidente Dilma Rousseff de cortes na tarifa de energia elétrica no próximo ano estão fazendo com que o País recupere a confiança de investidores que estavam preocupados com a possibilidade de que as sucessivas reduções na taxa básica pudessem impulsionar a inflação. Apesar de o BC ter reduzido a Selic em 5 pontos percentuais desde agosto de 2011 para estimular a economia que menos cresceu entre as nações em desenvolvimento, o juro real do País é maior dentro do G-20 depois de China e Austrália.
"A perspectiva que temos um novo BC que está um pouco mais comprometido com o controle da inflação" do que em estimular o crescimento, disse Flávio Combat, economista da Concórdia Corretora, que administra R$ 3,7 bilhões em ativos, em entrevista por telefone do Rio de Janeiro. "O BC parece cada vez mais em linha com esse objetivo."
O BC não quis fazer comentários, segundo sua assessoria de imprensa.

10 notícias para lidar com os mercados nesta terça-feira

UE e FMI pedem que Grécia finalize novo plano de cortes; bolsas da Ásia caem na espera de reunião do Fed

 
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber.
1- China caminha para cumprir meta de crescimento em 2012. A China está no caminho paracumprir sua meta de crescimento econômico neste ano e o governo está dando maior importância para as decisões políticas com o objetivo de estabilizar a economia, afirmou nesta terça-feira o primeiro-ministro, Wen Jiabao.
2- IGP-M desacelera alta para 0,59% na 1ª prévia de setembro. O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 0,59 por cento na primeira prévia de setembro, ante elevação de 1,21 por cento no mesmo período de agosto, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.
3- UE e FMI pedem a Atenas para que finalize o plano de cortes. A troika de credores públicos da Grécia, formada por União Europeia (UE), Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI), pediu nesta segunda-feira ao governo grego para queintensifique seus esforços para finalizar antes do final de semana o novo plano de cortes, que totalizam 11,500 bilhões de euros e que podem chegar a 13,5 bi. Os auditores da troika de credores chegaram no fim de semana a Atenas para continuar as negociações iniciadas em julho com o governo grego sobre uma nova leva de medidas para 2013 e 2014, que prevê cortes nos gastos públicos.
4- Ação da Vale tem mais risco de alto do que baixa, diz banco. As ações da maior mineradora de minério de ferro do mundo têm sofrido nas últimas semanas com uma expressiva queda nos preços da commodity, mas a correção nos preços dos papéis da Vale (VALE3; VALE5) e da matéria-prima do aço pode estar perto do fim, projetam os analistas do banco Santander. 
5- Mercado reduz em até 85% projeção para HRT na bolsa. Os analistas parecem terdesistido de considerar valor para a probabilidade de a HRT (HRTP3) encontrar petróleo na Namíbia. A mudança de tom veio após uma empresa que também opera no país anunciar que não obteve sucesso em sua campanha de exploração em um campo a 145 quilômetros do principal projeto da brasileira. A HRT planeja perfurar 4 poços na região. 
6- Gafisa analisará abertura de capital da Alphaville. A Gafisa informou nesta segunda-feira ter iniciado uma análise de "opções estratégicas" para o futuro de sua controlada Alphaville Urbanismo, que pode envolver abertura de capital ou venda de participação da empresa.
7- Bolsas da Ásia têm queda à espera de Alemanha e Fed. A maioria dos mercados asiáticosfechou em baixa nesta terça-feira. Os investidores mostraram cautela, à espera da reunião de política monetária do Federal Reserve - Fed, o banco central dos Estados Unidos. Também aguardam a decisão do Tribunal Constitucional alemão sobre a legalidade do Mecanismo de Estabilidade Europeu (ESM, na sigla em inglês).
8- Selic abaixo de 10% é recompensa pra Tombini por frear corte. Os investidores estão recompensando a autoridade monetária por sinalizar que ela está pronta a interromper o maior ciclo de redução da taxa básica de juros entre o grupo das 20 maiores nações.O comunicado da última reunião do Copom e o anúncio da presidente Dilma Rousseff de cortes na tarifa de energia elétrica no próximo ano estão fazendo com que o País recupere a confiança de investidores que estavam preocupados com a possibilidade de que as sucessivas reduções na taxa básica pudessem impulsionar a inflação. 
9- iPhone 5 pode ter impacto no PIB dos EUA, diz JP Morgan. A próxima geração do iPhone 5, que a Apple planeja lançar nesta semana, pode não apenas impulsionar os lucros da gigante do setor de tecnologia como também dar uma força significante para a economia geral dos Estados Unidos.As vendas dos novos smartphones da Apple podem acrescentar entre 0,25 e 0,5 ponto percentual no crescimento anualizado do quarto trimestre dos Estados Unidos, disse o economista-chefe do J.P. Morgan. n
10- Exportações chinesas crescem abaixo do esperado em agosto. As exportações chinesascresceram abaixo do esperado em agosto, segundo dados oficiais divulgados nesta segunda-feira, o que alimentou a preocupação sobre a segunda economia mundial. A China é o principal exportador do mundo. Segundo dados da Administração Geral de Alfândegas (AGA), as exportações chinesas aumentaram em agosto 2,7% em relação ao mesmo período de 2011. 
Com Agência Estado, Bloomberg e  Reuters.  

segunda-feira, 10 de setembro de 2012


10 notícias para lidar com os mercados nesta segunda-feira

Mercado mantém Selic a 7,25% ao ano; importação de minério de ferro da China sobe 7,9%

 
São Paulo - Aqui está o que você precisa saber.
1- Importação de minério de ferro da China sobe 7,9% em agosto. As importações da China de minério de ferro em agosto subiram 7,9 por cento ante o mês anterior, atingindo o maior nível em três meses, com compradores se voltando ao mercado internacional depois que o colapso nos preços forçou produtores domésticos a reduzir produção.
2- Mercado mantém Selic em 2012 e eleva inflação. O mercado manteve a projeção de que a Selic encerrará este ano a 7,25 por cento, após o Banco Central reiterar que, se houver espaço, uma nova redução dos juros será feita com "máxima parcimônia", mostrou a pesquisa Focus, da autoridade monetária, divulgada nesta segunda-feira. 
3- PIB da Itália cai 0,8% no 2º trimestre, menos 2,6% em um ano. O Produto Interno Bruto (PIB) da Itália registrou contração de 0,8% no segundo trimestre na comparação com os três primeiros meses do ano, com uma queda de 2,6% em ritmo anual, anunciou o instituto de estatísticas Istat. 
4- Hollande anuncia pacote de recuperação econômica francesa. O presidente da França, François Hollande, disse hoje (10) que organizou uma "agenda para a recuperação" da economia do país nos próximos dois anos. O pacote foi anunciado depois de ser cobrado pela sociedade francesa a mostrar alternativas aos impactos da crise econômica internacional. Segundo ele, os vencimentos acima de 1 milhão de euros serão submetidos a impostos de 75%, "sem exceções". Hollande disse ainda que sua prioridade é o combate ao desemprego.
5- Qatar Airways quer comprar a GOL, diz Veja. A Qatar Airways quer comprar a GOL, segundo a coluna Radar da edição desta semana de Veja. A revista afirma que executivos da companhia aérea árabe reuniram-se com a direção da GOL na semana passada. 
6- Bolsas da Ásia fecham sem tendência definida. Os mercados asiáticos encerraram com sinais mistos nesta segunda-feira. A Bolsa de Hong Kong fechou praticamente estável. Os fracos dados econômicos da China pesaram no sentimento dos investidores em contraponto às expectativas de medidas adicionais de estímulo por parte de Pequim. 
7- Exportações chinesas sobem 2,7% em agosto. As exportações chinesas aumentaram 2,7% em agosto em relação ao ano anterior, um número superior a 1% de alta registrado em julho, publicou nesta segunda-feira a Administração Geral de Alfândegas (AGA) chinesa. As exportações em agosto atingiram US$ 177,970 bilhões, segundo estes dados.
8- Problemas no emprego abrem espaço para novo estímulo do Fed. O Federal Reservedeve lançar uma terceira rodada de compras de títulos nesta semana para tentar baixar os custos do crédito nos Estados Unidos e dar mais fôlego a uma economia que não está crescendo rápido o suficiente para reduzir o desemprego.
9- Vale pode ter menor aporte em 3 anos com queda dos preços. A Vale SA, que teve o pior desempenho entre as maiores mineradoras no último trimestre, está pronta a reduzir os investimentos ao menor patamar dos últimos três anos com a queda dos preços no minério de ferro diante do enfraquecimento da demanda na China .A maior produtora de matérias-primas para aço vai aprovar um plano de investimentos de US$ 16,8 bilhões para 2013, 22% menos do que o previsto para este ano. 
10- Ações europeias devolvem ganhos à espera de mais estímulos. As ações europeiasdevolviam os ganhos da sessão anterior nesta segunda-feira, com investidores no modo de consolidação aguardando catalisadores, como estímulo potencial dos Estados Unidos e a aprovação pela corte constitucionald a Alemanha do fundo de resgate da zona do euro.
Com Reuters, AFP, Agência Brasil, Agência Estado, EFE, Bloomberg.